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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Starring Role. - Capítulo 2 - Internado.

Abri lentamente meus olhos e depois os fechei rapidamente devido a luz. Os abri mais uma vez e o incômodo ocular diminuiu até acabar completamente. Meu corpo estava dormente e senti uma sensação estranha em minha pele, especificadamente, nos braços.
 
- Onde... onde estou? - perguntei ao nada com a voz fraca. Seria o Céu ou o Inferno? Inferno, não? Aqueles que acabam com a própria vida vão para lá. Suicídio é pecado porque estará batendo Deus no seu próprio jogo, certo? 
 
- Você tentou se matar e está no hospital. - uma voz masculina me respondeu. Deduzi rapidamente que era um médico, pois pude notar que sua voz não era conhecida mesmo estando distante.
 
Olhei em volta, sem mexer a cabeça, e percebi que estava usando aqueles pijamas toscos de hospital, estava em um quarto de hospital, em uma cama de hospital...
 
Enfim, eu estava em um hospital.
 
Falhei até em me matar. 
 
De alguma forma, aquilo me aturdiu. Senti um misto de surpresa e desespero, como se eu tivesse me esquecido de minha tentativa de suicídio fracassada ou não estava ciente do que estava fazendo no momento. 
 
Mas de certa forma, sim, eu não estava totalmente ciente do que estava fazendo (inclusive, ingeri uma certa quantidade de álcool que, inclusive, me fez falar certas besteiras). Estava cego. Dor, tristeza, desesperança, sensação de que não é - e nunca vai ser - suficiente, todos esses sentimentos e mais outros tecem juntos uma venda que nos cega, nos fazer perder a razão, o raciocínio lógico.
 
Como o amor. 
 
Mas então perguntas começaram a martelar na minha cabeça. 
 
Quem me salvou? Beyond? Eu não havia trancado a porta? Ele não estava dormindo? E por que ele se importaria? Ele viu meu recado? Quem está responsável sobre mim aqui? Watari? Roger? L? Será que algum deles está aqui? - essas e mais outras perguntas não deixavam minha cabeça. Procurei com o olhar novamente o médico que me respondeu antes.
 
- Quem...? - fui interrompido.
 
- Seu responsável virá aqui agora falar com você. - e saiu do quarto sem mais delongas. A porta fez um barulho suave ao fechar. Fechei os olhos e me concentrei nos sons, esperando os barulhos suaves da porta abrindo-se e fechando. Os sons vieram, acompanhados de passos. Senti a presença de alguém ao lado da cama, no entanto não abri os olhos.
 
- A? 
 
Watari. Sua voz  inundou meus ouvidos e me fez sorrir. Eu adoro Watari. Sua presença passa uma ideia de paternidade, calor, conforto e afeto. Abri meus olhos e o encarei, coisa que me arrependi depois. Por quê? Watari me considera como filho, não é uma coisa muito boa quando seu filho tenta se suicidar. Mas ele apenas sorriu para mim e começou a falar com seu típico tom tranquilo. 
 
- Como está se sentindo?
 
Quebrado, entorpecido, ferido, sem esperanças, deprimido, fraco, vazio, idiota, sozinho, estranho, tenho a sensação que tem um buraco no meu peito e quero me jogar da janela pra ver se consigo morrer dessa vez. Mas eu estou bem, sério.
 
- Acho que me deram uns anestésicos, então me sinto meio dormente. 
 
- Você não cortou muito fundo, vai ficar bem rápido.
 
- Legal...
 
Eu queria questionar sobre B e o bilhete, mas não o fiz. Eu não me sentia bem para falar sobre isso, uma dor no peito que me impedia de tocar nisso. 
 
Seguiu-se um momento constrangedor de completo silêncio, Watari permanecia em pé ao meu lado, sorrindo e com as mãos atrás do corpo.
 
- Desculpe, Watari. - falei com a voz fraca, sentindo um nó na garganta e parecia que o buraco da camada de ozônio trocou de lugar com o meu peito. - Desculpe por ser tão fraco, desculpe por desistir, desculpe por não conseguir suportar tudo isso enquanto B está completamente bem, desculpe por não ser inteligente o suficiente e decepcionar a todos, des...
 
- Basta, A. Você não desistiu, não é incapaz e não decepcionou ninguém. Descanse, você merece e precisa. - sua voz ainda mesmo que severa, era carinhosa.
 
- Certo. - respondi com um fio de voz.
 
O senhor colocou a mão no bolso, retirando de lá um relógio de bolso do qual ele olhou por alguns segundos e olhou preocupado para o mesmo.
 
- Perdoe-me a visita ser tão rápida, A. Irão notificar Roger quando você melhorar para mandá-lo de táxi para o orfanato, onde o receberão na porta. Já os avisei para os colocarem de novo com a Sra. Warren. 
 
Sra. Warren era uma senhora de aproximadamente 45 anos que trabalhava como psicologa das crianças em Wammy's House. Minhas visitas a ela não surtiam muito efeito, apesar de ela ser uma boa pessoa. 
 
- Certo. - repeti. Naquela altura o nó na garganta já tinha passado e o buraco da camada de ozônio, ops, a dor no peito tinha diminuído para a habitual dor. - Obrigado por vir, Watari. - forcei um sorriso. Detesto forçar sorrisos.
 
Ele sorriu novamente e andou até a porta, o segui com o olhar e ele parou e se virou para mim. 
 
- Você consegue, Alpha. - e foi-se. 
 
Direcionei meu olhar para o teto, pensando nas palavras que Watari acabou de pronunciar. Rapidamente meus olhos ficaram marejados e logo as lágrimas quentes escorriam pela minha bochecha. A camada de ozônio voltara. Chorar sempre alivia um pouco as dores, as deixando mais suportáveis, não como se cortar, é claro, mas alivia. 
 
Oh, Bey, onde você está agora? Está bem? Está preocupado comigo? Não se importa? Oh Deus, faça-o estar bem...
 
As lágrimas se intensificaram e quase senti vontade de rir. De mim mesmo, obviamente, mas achei completamente cômico o fato insano de eu estar ali, com os braços com esparadrapos, depois de uma tentativa de suicídio, chorando loucamente da minha própria desgraçada e ainda me preocupando com ele. Justo aquele que foi um dos meus motivos de estar aqui, justo aquele que pode estar bem sem mim, aliás, sem qualquer pessoa...
 
Mas ainda desejo que ele esteja bem.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Starring Role

Coadjuvante.

Era isso que eu era no coração de Beyond Birthday. Se ele tiver um coração, é claro. Desde que o conheci ele era frio como o inverno. Talvez porque ninguém falava com ele por causa da coloração de seus olhos. As crianças davam passos para trás apenas de ver aquele vermelho.

Mas eu não tinha medo daquele vermelho.

Muito pelo contrário, eu ficava hipnotizado pela cor. Um circulo que começa em um tom mais escuro nas bordas, como vinho, depois vai ganhando um tom mais vivo, como sangue, logo volta a escurecer até chegar no preto. A pupila.

Aqueles olhos me tiravam de órbita.

Você é difícil de se abraçar
Complicado para se conversar

Sempre distante. Não importa se eu estiver colado a seu corpo, como nas noites de inverno, vai sempre parecer que temos a mesma distância de Plutão para o Sol.

Ele é Plutão. Frio. Escuro. Distante de todos.

Eu sou o Sol. Quente. Iluminado. Próximo de todos.

Nunca tive problemas em fazer amigos na Wammy's House. Meu cérebro permite-me memorizar todos os nomes e rostos da instituição assim como o conteúdo dos livros. Inclusive, lembro de quando conheci Beyond, há anos atrás. Quando vi aquele vermelho pela primeira vez...

O ser se destaca na paisagem. Havia apenas tons vivos e claros no jardim. Borboletas amarelas voando, a grama verde bem cortada, as poucas flores de cor violeta e o Sol iluminando tudo. Menos de baixo da árvore, onde repousava o garoto sentado com as costas na árvore. Seus cabelos eram negros, assim como a camiseta de manga comprimida, a pele era pálida como a da um cadáver, os olhos estavam fechados e um livro estava em seu colo.

- Quem é você? - perguntei sem pensar. Eu nunca o havia visto antes. 

Subitamente, os olhos se abriram, revelando todas as cores. 

Ele não respondeu. Apenas me fitou durante um longo tempo, até que abriu a boca. Sua voz era rouca e seu tom seco.

- B. Apenas B. 

Depois disso, não nos falamos mais. Até que nos colocaram no mesmo quarto. Durante aquele período, eu ficava cada vez mais curioso sobre o garoto de olhos vermelhos. De alguma forma, eu nunca conseguia me aproximar dele. Sempre me perguntei por que apenas com ele eu sou tímido.

Viramos amigos depois de uns meses.

O tempo passou e viramos amantes.

Mas eu não sou o protagonista do coração dele. Eu sou um coadjuvante.

Você não me ama, grande coisa
Eu nunca te direi como me sinto

Eu não quero demonstrar fraqueza na frente dele. Eu não posso simplesmente chegar a dizer como me sinto sendo nada para ele. As vezes eu queria ser aquele que fica no controle. Aquele que não está sendo machucado. Mas não, eu amo muito ele para o machucar.

As vezes eu te ignoro 
Para que eu me sinta no controle
Porque na verdade eu te venero 
E não consigo te deixar sozinho

Mas afinal, não tem como o deixar sozinho. Eu que estava sozinho. Naquela cama, no nosso quarto, esperando ele voltar. O fiz prometer dormir comigo hoje porque estava tendo muitos pesadelos, mas quando soube que L está no orfanato já sabia que a promessa seria quebrada. E não posso chamar isso de traição porque o que temos não é real.

L é o protagonista no coração de Beyond. E não eu.

Ouvi a porta ser aberta e fechada suavemente. Ele sentou na beirada da cama e pude ver que carregava um objeto na mão.

Uma garrafa de vodka.

Venha, querido, vamos ficar bêbados
Esquecer que não nos damos bem

- Encontrei na cozinha quando estava procurando geleia de morango. Não sei oque isto fazia lá. - falou enquanto abria a garrafa.

Me levantei e sentei ao lado dele. Ficamos em silêncio bebendo o líquido que passava ardendo na minha garganta. Anestesiava toda a dor que eu estava sentindo.

- O que você sente em relação a mim? - sempre fui fraco com bebida. Já estava bêbado, os sentidos já estavam deixando a desejar...

Sim, eu espero que você se abra
Entregue-se a mim

- Não me faça perguntas difíceis.

E o pior de tudo é que eu gostaria que ele fosse feliz. Feliz com L. Porque eu sei que ele se sentiria muito melhor apenas com ele, sem As intrusos em sua vida. Mas eu não consigo.

Mas nada acontecerá, nunca te deixarei ir embora
Nunca te deixarei ir embora

O mais velho se levantou e deitou-se na própria cama. Realmente se esqueceu da promessa.

O sentido da minha vida está começando a desaparecer. Mas será que ele por menos já existiu? Qual é ele, mesmo? Substituir uma pessoa? Só? Não sirvo mais para nada? Beyond já está começando a me ultrapassar nas provas...E os remédios para depressão não ajudam. Nem psicólogos.

Olho para o lado e vejo Beyond adormecido. Talvez...Talvez seja a hora.

Pego um papel e um lápis na escrivaninha do meu quarto e escrevo apressadamente poucas palavras.

Levantei-me lentamente em direção ao banheiro de nosso quarto, acendi a luz e fechei a porta. Me dirigi mecanicamente ao armário em baixo da pia, onde estavam as lâminas. precisava de apenas uma. A peguei e a observei de perto.

- Olá, velha amiga. - sussurrei.

 Liguei a água da banheiro enquanto me despia e deixei a lâminas na borda. Coloquei um pé, testando a temperatura da água. Antes mesmo de perceber já estava com o corpo submerso do peito para baixo.

Observo as cicatrizes no meu braço. Horizontais, uma abaixo da outra. Lembranças.

Cuidadosamente pego a lâmina e faço um corte no braço esquerdo na vertical do meu pulso até um pouco abaixo do cotovelo.

''Se quiser realmente se matar, corte na vertical''.

O sangue escorria. Sentia como se toda minha dor estava indo embora junto com ele. Repeti o mesmo processo, com um pouco de dificuldade devido ao ferimento, no braço direito. Deixei meus braços caírem ao lado do meu corpo na água. Observei a água com a coloração avermelhada e sorri.

Eu estava planejando isso a muito tempo. O dedo já estava no gatilho, Beyond apenas deu o tiro. Meu porto seguro, minha fortaleza, aquilo que me segurava...

O sentido.

Quase parece uma piada
Interpretar um personagem
Quando não se é o protagonista
No coração de outra pessoa

Talvez eu não o ame de verdade porque no fundo, preferia que ele ficasse comigo ao invés da pessoa que realmente o faz feliz.

Você sabe que prefiro caminhar sozinho
Do que fazer papel de coadjuvante
Se eu não conseguir ser o protagonista

Talvez eu seja mais insignificante que um coadjuvante. Talvez figurante.

Senti meu corpo começar a amolecer. Fechei os olhos e me concentrei em imaginar aqueles olhos. Sorri levemente com o pensamento. As palavras que rabisquei vieram a minha mente.

Eu te amo, B. 
Ps: Diga a L que o palco agora é só dele.

Eu realmente não posso ser o protagonista.
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Então, essa é minha primeira fanfic de Death Note. Inspirada na música Starring Role - Marina and the diamonds.

sábado, 11 de maio de 2013

Diary Of Death - Capítulo 9

Cap. 9

                                                
                                                                 O Encontro

   Para começar esse capítulo, quero explicar que, ''O Encontro'' é uma maldição dos infernos feita pelo Rei de Shi. Ele criou esse maldição com o objetivo de matar todos aqueles que têm medo da escuridão. As pessoas de Shi da região Norte pararam de ter medo depois da maldição, mas as pessoas do Sul, não. O Sul é uma área diferente, lá tem um Presidente para ajudar. O Rei não se importava com o Sul...Por enquanto.
Três dias depois.
Rei: Tropas, as intrusas irão para o Sul...A maldição será feita.
O Rei disse com um grande sorriso no rosto depois da ultima frase.
Rosa: Vivi, tem uma cidade logo ali!
Vivi: Vamos!
Sim, a cidade era a região Sul, mas nós não sabiamos daquele maldição.
Rei: Rápido! Antes que elas cheguem! Finalmente usaremos a maldição nesse povo, rápido!
Rosa: Ouviu isso?
Vivi: Sim, parece que veio da cidade, vamos lá.
Rosa e eu levamos um susto quando vimos aquilo, pareciam zumbis, pareciam pessoas, não sabiamos muito.
Rosa: Vivi...
Vivi: Rosa... O que...São...Aquilos?
Rosa: Não sei...
Falamos as frases tremendo de medo com os olhos bem abertos.
Uma pessoa falou com a voz rígida.
Tara: O que fazem aqui?!
Rosa: É..Nada, nada!
Vivi: Não mata a gente!
Tara: Vinheram participar do Encontro?
Vivi: Que isso? Não!
Tara: Vocês não sabem?
Rosa: Não...
Tara: O Encontro é um maldição onde todos que morrem, vão matar. Ou seja, eu estou participando! Eu quero matar! Matar! Matar!
Eu e Rosa saimos correndo muito rápido enquanto podiamos, estávamos batendo os queixos de tanto medo!
As pessoas estavam vindo atrás da gente, o podiamos fazer?
Rosa: Uma plantação! Ali, vamos!
Nos escondemos e ficamos ali até as pessoas malucas passarem.
Rei: Que droga! Elas fogem toda hora! Precisamos delas vivas!
Soldado: Vivas?
Rei: Sim...Por enquanto! Hahahahaha!
Rei: Vamos rápido com isso, a maldição vai atingir elas agora!
Rei: ''Que as lágrimas  venham, a morte penetre em teu coração, a felicidade acabe, que venha a escuridão!''
Eu e Rosa sentimos  uma coisa de diferente, não lembravamos de nada além do desejo de matar.

domingo, 5 de maio de 2013

Diary Of Death- Capítulo 8

Cap. 8


                                                           Uma lágrima, um sorriso

  Eu e Rosa sentamos perto de uma árvore, estavamos muita cansadas, depois de correr horas e horas.
Rosa: Vivi...Sabe naquelas horas que não aguentamos mais o mundo?
Vivi: Sei muito bem...
Rosa: Às vezes, da aquela vontade de sumir ou se matar...
Rosa falou com um pouco de lágrimas nos olhos.
Vivi: Ser ignorada, odiada, solitária, triste...Tudo isso junto confunde a cabeça. Mas quer saber?
Rosa: O que?
Vivi: A vida nos da as coisas nas horas que precisamos, às vezes ficamos com raiva que nunca ganhamos nada naquela hora, mas se pensarmos melhor, temos tudo o que precisamos, amigos, família...Cada um ganha uma coisa na hora que quer. E quando ganhamos e não damos valor...Só ai...Que...Valorizamos a vida.
Rosa: É...Você tem razão...Espera um pouco...É isso! É isso!
Rosa se animou e parecia ter uma ideia.
Vivi: O que?
Rosa: O criador desse mundo pode já te sido feliz, então ele quando ele ganhou o que queria, não valorizou, e triste, fez esse mundo!
Rosa: Todos nós já choramos e sorrimos, mas não vamos deixar esse povo chorar denovo, vamos lutar por eles, lutar pela liberdade, lutar pelos amigos e lutar pelo sorriso dessas pessoas!
Vivi: Isso! Vamos fazer eles acreditarem que tudo é possível quando se estar feliz! Vamos depressa!
Levantamos daquela árvore e corremos para o castelo, em busca de uma alegria que já existiu em Shi e vai existir denovo. Se alguma vez na vida você se sentir triste, sempre tem um sorriso te esperando, enxugue as suas lágrimas e corra atrás do que você precisa para sorrir, nunca desista do que te faz feliz.
Mi e Bia já estavam a caminho do castelo.

Diary Of Death- Capítulo 7

Cap.7


                                                                 Adeus Luz

Mi: Simplesmente sem saída, eu acho.
Bia: Essa cabana parecia que tinha um dono...
Uma das mulheres daquela multidão começou a contar a história desse mundo:
Cindy: Foi a muito tempo...Na terra de vocês, existia um homem, forte e corajoso. Mas era tímido, sem amigos, excluido, totalmente solitário. Ele não aguentava se olhar no espelho, sempre quando ele se olhava, começava a ver coisas anormais e paranóicas. Foi ai que em um dia, ele decidiu desistir desse mundo, na cidade de CoustyFalls, pegou livros de bruxarias e, em um baú, fez esse mundo. Mas ele se esqueceu de uma coisa: Deixou toda a escuridão do mundo normal, entrar lá. Tudo ficou escuro. Ele criou pessoas com a magia, fazendo delas escravas. Mas uma coisa vocês devem saber...Mundo Shi é o contrário do Mundo Normal.
Mi: Você quer dizer que o nosso mundo é...Feliz?
Cindy: Sim, pode parecer muito estranho, pessoas tristes, pobres...Mas mesmo assim existe uma felicidade no coração de cada um de vocês. Às vezes tentamos desistir das coisas, tentar se matar...Mas não façam isso, vocês são importantes nesse mundo, a Luz já existiu, no seu mundo ainda existe, nunca se sinta sozinha, sempre tem alguém do seu lado para te apoiar.
Mi e Bia sorriram olhando uma para outra.
Cindy: Por isso precisamos da ajuda de vocês para que a Luz volte. Mesmo todos nós sendo criação de magias negras, existimos e queremos a Luz, conto com vocês!
Mi e Bia deixaram a multidão segura naquela cabana e foram tentar achar Rosa e eu.
Bia: Elas devem estar perto do castelo, precisamos ir rápido.

sábado, 20 de abril de 2013

Diary Of Death- Capítulo 6

Cap. 6

                                                           As Lendas de Armadura

   Rosa: Vivi, e se perdemos?
Vivi: Não vamos perder, somos as lendas, lembra?
Rosa sorriu com aquelas sorrisos de confiança, não tinha como desistirmos naquela hora.
Eu e Rosa pegamos as espadas e colocamos elas para alto, no sentido de dizer que iriamos vencer.
A Rainha começa lutando com a Rosa e eu com o Rei.
Rainha: Desista, pequena, nunca irá me derrotar!
Rosa teve um Deja Vú inesperado, um Deja Vú que jamais tinha sentido, lembrou das palavras que eu tinha dito para ela antes da luta: ''Não vamos perder, somos as lendas, lembra?''
Rosa: Nunca vou desistir! Existe coisas maiores que acabar com a Luz desse Mundo!- Rosa falou com coragem e grandeza, como uma lenda.
Rei: Pare de ser covarde, pirralha, nunca vai me derrotar!
Olhei para Rosa e vi a maneira que ela lutava, não podia desistir agora.
Vivi: Não vou desistir, jamais! Tudo na vida não é vencer! Tudo na vida são os amigos e eu luto por eles!
Rei: Vejo sua coragem, mas também vejo sua morte.
Vivi: A sua está mais perto!
Lutavamos bravamente e sem medo da morte chegar.
Em alguns barulho, eu só ouvi o barulho da espada se encaixar em minha barriga, tudo ficava embaraçado...
Rosa: VIVI! NÃÃÃÃO!
Rosa veio diretamente em mim e pegou tudo o que foi preciso para me ajudar.
Rosa: AGUENTA! POR FAVOR! VIVI, AGUENTE!
Vivi: Rosa...Precisa salvar esse povo...Ache a Luz deles, ache a Mi e Bia...Mas por favor, me deixe...
Rosa: NUNCA! Vivi, somos as lendas, não podemos desiste!
Vivi: Eu morro pelos meus amigos...Por você Rosa, pela Bia e pela Mi...Por vocês...
Rosa: Vivi...Não se morre pelos amigos, se vive por eles, porque sem eles, ninguém seria ninguém! Vivi, existe coisas que amamos em você e outras coisas que amamos mais ainda. Não se vá! (Cry2)
Rosa derramou suas lágrimas enquanto o Rei ria de sua vitória.
Eu me levantei...Peguei minha espada....
Vivi: Não vou permitir que a Rosa lute com vocês dois!
Rosa: Vivi!- Alegrou-se.
Eu e Rosa unimos nossas forças e com nossas espadas e armaduras...Derrotamos o Rei e a Rainha.
Rainha: Como?!
Rei: ...Não pode ser...
Vivi: Tragam a luz!
Rei: Não!
O Rei e a Rainha fugiram como covardes.
Rosa: Precisamos achar eles, antes que acabem com tudo que resta nesse mundo, isso vai demorar.
Fomos correndo procurando eles, enquanto Mi e Bia ficavam com a Mulditão em uma cabana abandonada.

Diary Of Death- Capítulo 5

Cap. 5
  
                                                            Multidão Sonhadora

Mi e Bia estavam presas em um patíbulo, assustadas uma multidão gritava para o enforcamento delas, já outra multidão, gritava para solta-las. Enquanto elas estavam lá, eu e Rosa procuravamos uma saída daquele lugar.
Mi: Tirem a gente daqui!
Bia: Seus porras! Liberte a gente!
Rainha: Acham que vão viver aqui para sempre?
Mi: Quem é você, afinal?
Rainha: Sou a Rainha de Shi e desejo suas mortes! Vocês são as ''lendas''
Começou a Rainha repitir o que o Rei tinha dito a mim e a Rosa.
Rosa: Vivi, aqui achei!
Vivi: Vamos por ai sem ser vistas.
Fomos pelos canos embaixo do castelo.
Carrasco: Vou enforca-las!
Multidão Bitch: Isso! Mata! Mata! Mata!
Multidão Normal: Não! Não!
Vivi: Bia e Mi! Elas serão mortas! Temos que impedir!
Rosa: Rápido!
Rainha: Enforque logo!
Rosa: Pare sua vadia!
Eu e Rosa já tinhamos nos preparado: Pegamos armaduras e espadas afiadas.
Vivi: Deixe elas ou você será a primeira a ser enforcada!
Rainha: Onde conseguiram isso?
Rosa: Não interessa! Isso é problema nosso, agora solte elas ou vou te acertar!
A Rainha pegou sua espada tirada de sua cintura e chamou o Rei.
Rei: Somos 100, contra 2. Justo.
Rosa: Isso não é justo! Você tem um exército!
Vivi: Não vale, covarde!
Eu e Rosa ficamos pensando enquanto o povo vinha até nós: Talvez nada seja justo na vida, precisamos encontrar a justiça, porque a justiça nunca nos encontra. Pegamos a espada com força e fomos lutar.
Rosa: Pelo povo de Shi!
Vivi: Pela Luz!
Rosa e Vivi: Vamos lutar!
Nossa coragem foi encontrada em lugar onde não existia, podemos chamar isso de Força de Amizade, estávamos lutando pelo povo, pela luz e pela Bia e Mi.
Mi: Rosa e Vivi! Eu e a Bia vamos afastar a Multidão Sonhadora com a Luz!
Rosa: Pode deixar, cuidado!
Bia e Mi foram afastando a Multidão Sonhadora com a Luz.
Rei: Vocês perderão!
Vivi: Nunca!
Rosa: Jamais!
Rainha: Que a Luta comece!





Diary Of Death- Capítulo 4

Cap. 4

                                                             Pesadelo Sem Saída

Andamos mais pelo cemitério até encontrarmos uma senhora, parecia ser simpática.
Vivi: Olá, senhora.
De um jeito parecido ignorante, não respondeu, apressou seus passos em direção a algum lugar. Decidimos segui-la. Chegamos em um lugar escuro e parecia não ter saída.
Rosa: Será que todos os lugares que vamos é escuro?
Vivi: Parece que sim.
Derrepente a senhora nos empurrou! Parecia uma prisão.
Mi: Que furada! Essa senhora é muito bitch!
Bia: Pro inferno essa bitch!
Do nada, Bia e Mi, foram para outro lado e eu e a Rosa ficavamos ali. Estavamos muito preocupadas com elas, poderiam ter morrido, ou não.
Ouvimos uma risada de um homem, parecia estar bem perto.
Rei: MUHAHAHAHA!
Rosa: WA! Quem é você?
Rei: Sou o Rei de Shi!
Vivi: O que quer fazer com a gente, seu idiota!?
Rei: Invejoso, sim, mas idiota, não!
Rosa: Liberte-nos e nos diga onde a Bia e a Mi estão!
Rei: Hihihihi! Eu quero acabar com vocês! Intrusas nojentas!
Vivi: Mas por quê?
Rei: Vocês são as ''lendas'' esperadas, para acabar com a escuridão aqui, não são apenas garotas comuns e tímidas, são as heroínas e por isso quero acabar com vocês, a escuridão nunca, nunca vai acabar!
Ele desapareceu com sua magia, e ficamos ali sem rumo e como um pezadelo sem saída.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Diary Of Death- Capítulo 3

Cap. 3
    
                                                                   Mundo Shi

Um mundo sem vida, estranho, como Senhora Abigail tinha descrito. Não conseguiamos encontrar a felicidade, apenas tudo escuro e sem cor. Plantas de toda forma e escuras, casas sombrias, cemitérios em quase toda esquina, era assustadoramente estranho e imperfeito.
Vivi: Estamos em Shi?
Rosa: Sim...
Mi: Muito estranho.
Bia: Parece ser um mundo triste, literalmente.
Os moradores andavam com guarda-chuvas mesmo não chuvendo, andavam olhando para o chão, estavam indo na direção de um castelo.
Mi: Parece que tem um Rei neste local.
Rosa: Vamos ir vê-lo.
Fomos em direção a esse castelo e todos pareciam mais tristes que antes, raciocinei que a cada passo que davam, mais triste ficavam. Parecia óbvio e ao mesmo tempo estranho. Estavamos em um mundo onde os assustadores da cidade de CousttyFalls nos indicou, era estranho estar naquele local, me sentia muito fria e sem vida, como se toda felicidade tivesse desaparecido de mim. Acho que esse mundo deseja nossa morte e não nossa vida. O chão tinha muito neblina, mas nada se comparava ao cemitério, lá era neblina por todos os lados, não conseguiamos nem ver o túmulos direitos, sem flores nem lembraças nos túmulos, apenas lágrimas secas. Logo depois do cemitério tinha rastros de sapatos no chão, decidimos seguir esses rastrose ver onde nos levaria, afinal tudo que estava prentendido para nosso futuro, era a morte.

Diary Of Death- Capítulo 2

Cap. 2

                                                      Um Assassino Sem Vida

   Enquanto nós tentavamos ver o que ocorria, a escuridão ficava cada vez maior. Até que uma vela se acendou no topo da escada, eu pude perceber que existia uma escada acima coberta de sangue. Cada vez ficavamos mais preocupadas e inseguras. Do lado esquerdo vimos um espelho quebrado, olhamos diretamente para uma parte que sobrava do espelho. O susto tomou conta do local, vimos Senhora Abigail e o Senhor Valdemir!
Rosa: WAAA!
Bia: WAAA!
Mi: WAAA!
Vivi: WAAA!
Valdemir: O que fazem aqui?!
Abigail: Devem estar para a janta, vejo que o sangue delas é bom!
Rosa: Só queriamos achar um lugar com luz T.T
Vivi: Por favor! Não mate a gente!
Valdemir: Querida, talvez elas podem estar procurando o motivo dos sangues nesta casa.
Abigail: Hum, talvez possamos dizer...
Mi: Então...Por que tanto sangue e coisas quebradas?
Bia: Como morreram? Muitos contam várias histórias diferentes.
Abigail: Isso foi a muito tempo atrás... Estavamos nesta casa entregando doces as crianças quando uma criança vestida de Dona Morte nos pediu doces, mas não tinha mais doces. Ele nos ameçou com uma faca, fomos até a cozinha e ele nos matou deixando sangue pela casa como se tivesse mais pessoas assassinadas, quebrou os móveis e nos trancou dentro de um baú que leva para o Mundo Shi, um mundo sem vida, estranho e muito sombrio...
Rosa: Espera um pouco, você disse ''Baú que leva parao Mundo Shi''?
Mi: Mas o quê?
Valdemir: Exatamente...Mundo Shi.
Vivi: E como estão aqui?
Valdemir: Estamos presos entre o céu, o inferno e a terra. Não conseguimos voltar.
Rosa: Entendi...
Bia: E como podemos fazer vocês irem pro céu ou pro inferno?
Abigail: Vocês precisam entrar no Baú, não para salvar apenas nós dois, e sim vocês também.
Rosa: Mas por quê a gente também?
Abigail: O assassino ''sem vida'' ainda pode querer voltar aqui para matar vocês.
Valdemir: Vocês precisam derrotar o mau que existe sobre Shi.
Mi: Ok, vamos.
Abigail: Cuidado crianças, desculpe pela minha apresentação de mau gosto.
Rosa: Tudo bem, até um dia se voltarmos vivas.
Nós estramos no baú e tudo começou a girar, exergavamos tudo ao contrário, como se estivessemos na nossa imaginação, só que ''morta''.

domingo, 14 de abril de 2013

Diary Of Death - Capítulo 1

Cap. 1
                                          A Mansão Assombrada de CousttyFalls

    Esta é a histórita de como tudo pode ser possível em uma noite de Halloween na cidade de CousttyFalls.
Nessa cidade existe uma Mansão onde ninguém nunca entrou, a não ser os donos que morreram na noite de Halloween à meia-noite. Quase ninguém sabe de como eles morreram, mas me contaram que eles se mataram após seis crianças baterem na porta deles e perdir doces, não sei mais ou menos o resto, mas apareceu muito sangue nas janelas, acho que esse é o motivo de ninguém entrar lá. Os donos eram a Senhora Abigail e Senhor Valdemir, dizem que eles eram rabugentos. Por isso que na noite de Halloween, ninguém passa por perto daquele lugar, as últimas pessoas que passaram não viveram para contar a história.
 -Dia 31 de outubro-
 Bia: Por que não vamos pedir doces logo, minha mãe vai me matar se eu não voltar antes da meia- noite? -
Mi :Porque nós queremos zoar com os pirralhos pegando doces.
Rosa: Porque não passamos na rua LystWal?
Vivi: É muito escura, lá é onde ocorreu o assassinato dos velhos rabugentos, lembra?
Rosa: Ah é...
Bia: São 22:03, vamos logo!
Nós fomos para a Guilddy, onde fica próximo da rua LystWal.
Mi: Ninguém quer atender a porta, que droga.
Rosa: Gente...Eu acho que...
Ouvisse ruídos estranhos vindo da rua ao lado e um vento assustador.
Vivi: Nenhuma luz acesa...
Apagou-se as luzes das casas e da rua.
Bia: Gente...São 00:00 do dia 31/10...
Rosa: Será que a lenda era real?
Mi: Não sei, mas vamos tentar achar alguma luz por ai para nós guiar até em casa.
Nós andamos um pouco desorientadas e sem rumo até chegaram na Mansão Assombrada de CousttyFalls.
Vivi: Será essa a Mansão?
Rosa: Sim...
Mi: Entramos?
Bia: Hum...Sei lá
Rosa: Vamos arriscar, talvez esse seja o únicos lugar onde podemos encontrar algo novo, aventuras...
Vivi: Quem sabe...
Nós entramos com medo e curiosidade ao mesmo tempo.
Sangues por todar as partes e cheiro de mofo... Um barulho veio de escada a cima e nós olhamos imediatamente.
Rosa: O que...
Mi: Será...
Bia: Que...
Vivi: Foi...
Antes que elas pudessem terminar um outro barulho passou atrás de todas nós. Gritamos e tudo que se podia ver antes não se pode ver mais...O escuro tinha dominado o local.